Pluriversais
Pluriversais é um coletivo de masculinidades negras, do qual Zé Ricardo Ferreira é um dos coordenadores.
A iniciativa se conecta a um campo de escuta, reflexão e formação sobre raça, gênero, cuidado, relações sociais e os modos como homens negros são formados, lidos e atravessados pela sociedade.
Masculinidades negras em diálogo
Pensar masculinidades negras exige considerar histórias, territórios, afetos, violências, expectativas sociais, formas de pertencimento e experiências de cuidado.
O Pluriversais parte da compreensão de que não existe uma única forma de ser homem negro. Existem trajetórias, contradições, dores, potências e modos diversos de existir no mundo.
Um espaço coletivo de elaboração
Como coletivo, o Pluriversais cria espaço para conversas que muitas vezes não encontram lugar nos ambientes institucionais, familiares ou sociais.
A proposta é sustentar uma escuta que permita nomear experiências, reconhecer atravessamentos e construir repertórios sobre masculinidades negras, relações raciais e vida coletiva.
Campos de atuação
Masculinidades negras
Reflexão sobre formação, identidade, afetos, silêncio, cuidado, responsabilidade e presença de homens negros nas relações.
Raça e gênero
Discussões sobre como raça e gênero atravessam experiências, vínculos, expectativas sociais e modos de circulação no mundo.
Escuta e cuidado
Construção de espaços de fala, escuta e elaboração coletiva sobre temas difíceis, sensíveis ou historicamente silenciados.
Formação e cultura
Atuação em processos que aproximam reflexão crítica, experiência vivida, produção cultural e transformação social.
A atuação de Zé Ricardo Ferreira
A participação de Zé Ricardo no Pluriversais se conecta diretamente à sua trajetória como pesquisador, facilitador, comunicador e escritor.
Seu trabalho com masculinidades, raça e cultura encontra no coletivo uma frente de elaboração compartilhada, onde pesquisa, escuta e prática coletiva caminham juntas.
Por que essa frente importa
Falar de masculinidades negras é também falar de sobrevivência, memória, vínculo, vulnerabilidade, cuidado e futuro.
É abrir espaço para que homens negros possam pensar suas experiências sem reduzi-las a estereótipos, ausências ou expectativas impostas.
O Pluriversais atua nesse campo: um lugar de encontro entre palavra, escuta, raça, masculinidades e transformação coletiva.
Relação com o trabalho
Esta frente dialoga com outras dimensões da atuação de Zé Ricardo: as formações, as rodas de conversa, a pesquisa, a escrita e os projetos voltados à educação, cultura e equidade.
Ao lado dessas iniciativas, o Pluriversais reforça uma pergunta central em sua trajetória:
como construir outras formas de presença, cuidado e responsabilidade entre homens?